Asana: meu app favorito para organização

Publicado em 28.09.16

Você está procurando um app para organização? Chegou ao lugar certo! Asana é um aplicativo que eu e o Doug conhecemos e começamos a usar para nos organizarmos com as tarefas da Enluaze. Eu estava perdidinha com tantas coisas pra fazer – da loja, do blog e de tantos outros compromissos -, e por um tempo tentei usar uma agenda física. Só que carregar aquele peso a mais tornou-se incômodo. Além isso, eu não criei o costume de olhar a agenda todos os dias. Só que eu ligo o computador todos os dias! |D Então o que daria certo pra mim é um app de organização. Só que eu ainda não tinha encontrado nada realmente eficiente, que me instigasse o comprometimento de riscar as tarefas. Asana foi a minha salvação!

No começo, a interface parecia uma coisa de sete cabeças, pois nós não sabíamos como tudo funcionava. Afinal, não é somente um serviço de listas de tarefas (para isso, o Any.do serve perfeitamente). O Asana permite interação entre equipe, delegação de tarefas, criação de projetos e, o mais legal: um calendário pra você se organizar. Vamos conhecer?

asana app para organização e lista de tarefas

O Asana tem uma versão gratuita perfeita para quem deseja o básico, mas essencial: organização, lista de tarefas e um calendário de visualização. Por eu não usar a versão paga, acabo não sabendo todas as funções do programa, mas a minha ideia aqui, é listar o básico do que eu uso pra vocês:

 

  • Separação de tarefas: Na versão free, é possível ter dois “cadernos” de organização: um que você renomeia como quiser, e que pode ser compartilhado com uma equipe, e outro que são suas Tarefas Pessoais. É perfeito pra quem precisa se organizar no trabalho (oi freelancers!) e também querem ter uma to-do-list pessoal. Tudo dentro do mesmo lugar, sem misturar as coisas. *-*
  • Projetos: Dentro da interface do programa, é possível criar projetos, que são como pastinhas. Por exemplo: criei dentro do meu caderno pessoal um projeto que se chama Blog; lá, reúno tudo relacionado ao blog. Entenderam a ideia? Além disso, dá pra adicionar uma cor para cada pastinha, deixando tudo bem separado (e colorido!) dentro do calendário.
  • Programação de tarefas: Tem aquelas coisas que a gente precisa fazer todos os dias, não é? Depois que você marcar a tarefa de hoje como feita, ele automaticamente repete essa tarefa para o próximo dia que você programou. Por exemplo: se você disse ao programa que precisa postar no blog todas as segundas-feiras, e nessa segunda você já fez isso, ele já adiciona no seu calendário a mesma tarefa para a próxima segunda-feira. Não é legal? :D
  • Lembretes por e-mail: É possível programar para receber sempre por e-mail as suas tarefas diárias (uma vez ao dia).
  • Divida seu trabalho com a equipe: Uma das ideias do Asana é trabalhar em equipe. Como eu já comentei, comecei a usar esse app com o Doug na Enluaze, e nós dividimos o caderno da empresa, colocando tarefas para cada um, sendo que nós dois podemos ver tudo. Assim, eu sei o que eu tenho pra fazer, e sei o que a minha equipe tem na lista deles. É possível visualizar tudo junto ou somente as tarefas de cada membro separadamente. Ah, e é possível delegar tarefas para outras pessoas também.
  • Interaja com os colegas: Também é possível curtir e comentar status dos seus colegas – aqueles que compartilham o mesmo projeto que você. Não uso muito esse recurso, mas é muito bom para quem precisa dividir tarefas com alguém que mora longe (fiquei pensando na grande utilidade disso em um blog com vários colaboradores, onde cada pessoa tem seus posts pra escrever e datas pra postar).

  • Não conseguiu fazer hoje? Tudo bem, você pode transferir para outro dia – e a forma mais fácil de fazer isso é simplesmente arrastando a tarefa no calendário. Porém, quando você marcar como feito, eventualmente vai ver animações de unicórnios e outras coisas fofas passando pela sua tela. xD É um incentivo divertido pra nos esforçarmos pra concluir o que temos pendente. E sabe de uma coisa? Não tem nada melhor do que marcar as tarefas como concluídas!
  • Bem pessoal, é basicamente isso o que eu uso, e já me sinto bastante satisfeita com o sistema. Ele ainda oferece exportação de dados, sincronização com o calendário do seu computador, envio de anexos às suas notas e várias outras funcionalidades. O bacana é que cada usuário vai descobrir uma forma um pouco diferente de usar, que se adeque melhor à sua rotina. :)

    Concluindo, esse app mudou a minha rotina de organização, e por isso eu super recomendo pra vocês! Curtiram? :D

    Gabi Orlandin
    Post escrito por: Gabi Orlandin

    Compras internacionais na Zaful

    Publicado em 17.09.16

    A Zaful é uma loja internacional que vende roupas e acessórios femininos. Pra quem curte fazer comprinhas em sites gringos, apesar dessa alta do dólar, vai amar as opções que a Zaful oferece. No site, dá pra encontrar de tudo: desde uma blusinha bem básica até aquele vestido mega diferente que você não encontra em outro lugar! Além de sapatos, acessórios, echarpes (uma mais linda que a outra!) e muito mais.

    Zaful

    Conheci a Zaful através de uma pessoa da loja entrou em contato comigo, oferecendo parceria com o blog. Apesar de eu poder escolher alguns produtos (vou mostrar quais foram depois!), eu também fiz uma compra pela loja, para saber como funcionava e pra poder contar tudinho aqui. E o que eu posso dizer, é que por enquanto foi tudo muito tranquilo. O checkout é fácil e intuitivo, recebi e-mails de confirmações e o meu pedido foi enviado com muita rapidez.

    Além disso, a Zaful ADORA dar desconto – tanto quanto a gente ADORA receber! Só por se cadastrar no site, você já ganha Z-Points, que podem ser usados para dar aquele descontinho legal na sua compra. Além disso, o site está com uma brincadeira de Pokémons muito bacana no momento (que eu já viciei, hehe!). Funciona assim: quando você está navegando pelo site e abre a página de um produto, pode aparecer um Pokémon piscando pra você. Se você clicar nele, a tela vai ficar preta, como se você estivesse caçando o bichinho. Cada Pokémon vale um valor de desconto, e se você conseguir capturar, o cupom aparecerá na sua página de cupons. Eu tenho vários, e consegui um de $11 que eu já usei – porque eles expiram logo! Não sei por quanto tempo a brincadeira vai ficar no ar, então acho melhor você correr pra garantir seus cupons logo! xD

    Querem saber o que eu escolhi? ;P Então lá vai:

     

    Zaful

    São peças bem diferentes, né? Eu não costumo usar saias, mas pensei: quero testar uma coisa bem incomum, mas que ainda seja a minha cara – e vai dizer que as estampas não são lindas? *-* As duas saias são midis, ou seja, têm o comprimento até o joelho – conforme o que diz no site. Achei ótimas opções pra usar no dia a dia, por exemplo, porque fica confortável e não é curto demais. Além disso, são fáceis de combinar em situações mais chiques, simplesmente usando um saltinho. Quando o pacote chegar, vou fazer uma opção de look para cada uma delas! Enquanto isso, que tal dar uma olhada em outras estampas e estilos de saias que a loja oferece?

    Vale lembrar: se você é daquelas que tem medo de comprar roupas pela internet por causa das medidas (vai que chega aqui e não serve?), a loja tem um guia de medidas muito útil! Usei para escolher o tamanho das saias e da peça que comprei separadamente. Agora, vamos descobrir se a tabela é fiel quando os produtos chegarem! :D

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    Gabi Orlandin
    Post escrito por: Gabi Orlandin

    Coleção Into the Garden – Mary Kay

    Publicado em 14.09.16

    Talvez muitos de vocês não saibam, mas sou consultora Mary Kay no meu tempo livre. Comecei a trabalhar com a marca desde março, pois eu já usava os produtos desde o final de 2015 e vi que eles dão o resultado prometido. É puro amor envolvido! *-*

    Então, acontece que em setembro a marca lançou uma nova linha de produtos para a primavera, que eu já tinha visto no catálogo lá dos Estados Unidos (que futriqueira eu sou, haha!). É a coleção Into the Garden, que não tinha como ser mais linda! Nunca antes a Mary Kay lançou uma linha que eu me identificasse tanto, e é por isso que pirei quando vi os produtos. Logo no primeiro dia eu já encomendei tudo pra mim, porque não consegui me controlar! |D

    Então, inspirada nessa tendência de cores pasteis trazida pela marca, resolvi fotografar tudinho e mostrar pra vocês. Afinal, essa linha é o meu estilo, o estilo do blog e, acredito, de vocês também! Espero que vocês se apaixonem tanto quanto eu! *-*

    into the garden mary kay

    Coleção Into the Garden

    A coleção é composta por 6 produtos, tudo em embalagens lindas e de encher os olhos.

  • Um kit de sabonetes em barra perfumados;
  • Um estojo compacto com quatro sombras, três brilhos labiais e um pincel para ambos;
  • Três esmaltes de cores L-I-N-D-A-S!
  • Dois batons True Dimensions com cores bem delicadas;
  • Uma fragrância floral frutal;
  • E um pacote de lenços antibrilho da pele.
  • into the garden mary kay

    into the garden mary kayDetalhe fofo da embalagem dos sabonetes.

    A coleção, com florais românticos, leves e jovens, foi toda desenhada pela estilista Patricia Bonaldi, que já trabalha com a Mary Kay desde 2014. A feminilidade está muito presente em todos os itens dessa linha, inspirados nas fragrâncias da primavera, nas flores e nos jardins dessa estação – a mais linda do ano, se me permitem dizer! :) Vocês podem conhecer mais sobre a inspiração da linha clicando aqui.

    Os sabonetes em barra têm cheirinho delicioso, embora a minha maior paixão tenha sido a fragrância. Com um cheirinho floral amadeirado delicioso, esse perfume (que eu gosto de chamar de água de cheiro porque é bem levinho) é ótimo pra ser usada agora nessa estação mais quentinha. Adoro usar após o banho e sentir o cheirinho no ar! Uma delícia! *-* Outra paixão – que é um produto do catálogo normal, mas que veio com a estampa dessa coleção em edição limitada – são os lencinhos de papel antibrilho e antioleosidade. Eles são perfeitos para usar na metade do dia, para remover aquela oleosidade chata que fica no rosto. E o melhor: sem estragar a maquiagem! Tenho sempre um pacotinho deles na bolsa!

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    Gabi Orlandin
    Post escrito por: Gabi Orlandin

    Pra poder ver a paisagem

    Publicado em 07.09.16

    Em algum momento da vida, nós temos que parar de acelerar. Chega uma hora em que precisaremos pisar no freio, reduzir a velocidade e respirar fundo. Tudo fica tão acelerado, tão atropelado, que a gente vai cada vez mais rápido – e nem percebe isso. Sempre achamos que dá pra fazer mais alguma coisa; que dá pra incluir mais afazeres. Mais um emprego, mais um compromisso, mais um curso, mais alguma coisa. Mas chega um momento que não dá mais.

    Venho atropelando a minha vida há anos. Mais especificamente desde o meu TCC, lá em 2013, quando eu dizia que não sobrava tempo pra nada. Eu achava que conseguia conciliar as coisas, e com o passar dos meses até então, quando eu achei que o pós-TCC seria mais tranquilo, só tenho me enfiado em mais e mais coisas. Eu achei que era de ferro, achei que conseguiria suportar a pressão, que seria moleza lidar com tudo – às vezes ao mesmo tempo. Mas chegou a hora em que precisei dizer basta.

    Eu tenho vivido com dois empregos, um deles próprio, que demanda muito esforço, dedicação e energia. Por mais que a gente ame o que faz, por mais que façamos com todo o coração, tem uma hora que a energia esgota. Tenho vivido com a falta de tempo pra tudo, com a pressão de ler livros para o blog, responder leitores, ajudar a família com o negócio deles. Cada um me puxa de um lado, e eu vivia me esticando. Pra cá, pra lá, e eu achava que seria passageiro. Neguei várias propostas, alegando que até o final de 2013 tudo estaria mais calmo. Depois, até o início de 2014. Mas eu viajei, então pulou para 2015. Com o intercâmbio, o tempo livre passou a ser um plano para depois da viagem. Eu vinha evitando o meu tempo de lazer, meus momentos livres com a família. Eu vinha evitando a minha própria vida em prol de querer fazer tudo, de abraçar o mundo.

    Mas eu pisei no freio. Pisei legal.

    Eu não preciso ter dois empregos. Eu posso viver bem – e bem melhor – fazendo algo que eu amo, mesmo que pague menos. Eu não preciso engolir sapos, aceitar de boca fechada o que os outros me dizem ou, ainda mais importante, eu não preciso me limitar a algo que os outros dizem que é o certo pra mim. Quem sabe o que é certo pra mim sou eu mesma. Se eu achar que o certo é viver com pouco, eu vou. Se for criar algo próprio e ver a semente florescer, eu vou fazer isso. Poxa, o que eu achar que é o meu negócio, a minha praia, a minha paixão… então é isso o que eu vou fazer!

    Chega um momento em que não dá mais pra suportar algumas situações. A gente começa a perceber que o momento de sufoco já deveria ter terminado faz tempo, e então chuta o balde, estufa o peito e segue em frente.

    Porque de gente regrada o mundo está cheio. De gente limitada o mundo não precisa mais. Vou é me reinventar e viver o que a vida reservou pra mim, fazendo com que o tempo se multiplique, e não mais passe voando sem que eu tenha tempo de ver a paisagem.

    É uma nova fase que está para começar. São novos ares, novos pensamentos e novas responsabilidades. Vou viver para mim, vou dedicar a minha energia e o meu tempo naquilo que estou semeando para mim, e não mais para os outros. O Fluffy acompanhou essa passagem. Com o passar do tempo, ele foi ficando de lado. Eu lia cada vez menos, os posts eram cada vez mais escassos (e por quê não dizer robóticos?) e, no final, eu quase desisti.

    Lembram o que eu escrevi sobre viver na pressão de ler livros? Eu não quero mais isso pra mim; eu vou ler o que eu quero ler. Quantos livros eu comprei e estão parados na estante? (Aliás, essa questão rende um post inteirinho, pois conheço outras pessoas no mesmo barco!). Essas mudanças no Fluffy – que nem são tão grandes, mas simbolizam de forma muito sutil o meu crescimento – vêm de encontro com uma nova fase da minha vida real. Espero que eu consiga fazer do Fluffy um blog mais pessoal, e que eu sinta prazer em escrever e trocar ideias. E, claro, espero que vocês se identifiquem e gostem também.

    Ah, e se vocês acharem muito complicado escrever o nome do blog, podem simplesmente acessar gabiorlandin.com.br! *-*

    Gabi Orlandin
    Post escrito por: Gabi Orlandin

    Sara Pennypacker – Pax

    Publicado em 19.08.16
    Resenha do livro Pax

    Pax
    Sara Pennypacker
    Editora Intrínseca, 2016
    288 páginas

    Submarino Saraiva

    Peter e sua raposa Pax são inseparáveis desde que ele a resgatou, órfã, ainda filhote. Um dia, o inimaginável acontece: o pai do menino vai servir na guerra, e o obriga a devolver Pax à natureza. Ao chegar à distante casa do avô, onde passará a morar, Peter reconhece que não está onde deveria: seu verdadeiro lugar é ao lado de Pax. Movido por amor, lealdade e culpa, ele parte em uma jornada solitária de quase quinhentos quilômetros para reencontrar sua raposa, apesar da guerra que se aproxima. Enquanto isso, mesmo sem desistir de esperar por seu menino, Pax embarca em suas próprias aventuras e descobertas.

    Alternando perspectivas para mostrar os caminhos paralelos dos dois personagens centrais, Pax expõe o desenvolvimento do menino em sua tentativa de enfrentar a ferocidade herdada pelo pai, enquanto a raposa, domesticada, segue o caminho contrário, explorando sua natureza selvagem. Um romance atemporal e para todas as idades, que aborda relações familiares, a relação do homem com o meio ambiente e os perigos que carregamos dentro de nós mesmos.

    Pax emociona o leitor desde a primeira página. Um mundo repleto de sentimentos em que natureza e humanidade se encontram numa história que celebra a lealdade e o amor.

    Admito: o que me fez ler Pax foi a capa. Ela me encantou logo da primeira vez que vi. Então, logo depois de ter decidido dar uma chance ao livro, eu li a sinopse. Um menino à procura de sua raposa. Época de guerra. Aí eu fiquei sabendo que era de capa dura e tinha ilustrações. Gente! É claro que eu ia querer ler! Aliás, eu ainda preciso escrever a resenha depois de dizer isso? Haha! Tá bem, vamos lá!

    Resenha do livro Pax

    A história é basicamente bem simples, mas cheia de significados. Peter é um menino órfão de mãe, que vive com o pai e sua raposa, Pax. Pax está com seu menino desde que foi resgatada, muito filhote e quase à beira da morte. Nós, leitores, não conhecemos a vida dos personagens nesse período, só entendemos pelo contexto, pois o primeiro capítulo já é de cortar o coração: Peter é obrigado a abandonar Pax no bosque, pois o pai está indo para a guerra e o avô do menino, com quem ele ia ficar, não poderia cuidar de um animalzinho.

    Nós tomamos conhecimento dessa história pela visão da raposa que, com sua sagacidade e inteligência, detectou sinais de que as coisas não estavam certas. Isso, porém, não a salvou de ficar à sua própria sorte, no meio de um habitat que ela não conhecia. Por medo, Peter não se opôs ao pai, simplesmente aceitou aquela decisão, embora de forma contrariada.

    Foi somente depois de descobrir um fato novo a respeito de seu pai, que Peter percebeu o erro que tinha cometido. Pax viveu com ele a vida toda, foi parte de sua existência e era seu companheiro em muitas empreitadas. A pequena raposa nunca viveu no bosque, fora de seu cercadinho; nunca precisou procurar comida; nunca precisou se virar sozinha. Como Pax iria sobreviver nesse cenário, e ainda mais com a guerra a caminho?

    Foi com esse pensamento de urgência que Peter arrumou sua mochila e, antes de amanhecer, saiu em uma missão de resgate. Com um bilhete deixado ao avô e o pensamento em Pax, ele tinha fé que iria encontrar o seu fiel amiguinho ainda esperando, no exato ponto em que o viu pela última vez, com o olhar perdido e confuso.

    Resenha do livro Pax

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    Gabi Orlandin
    Post escrito por: Gabi Orlandin
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