Sorteio: Domingo do desapego #20

Oi, pessoal! Vamos para mais uma semana de sorteio? Logo abaixo vocês encontram uma explicação sobre esse tipo de sorteio que é feito semanalmente aqui no Fluffy e a descrição do livro escolhido para essa semana. [happy]

Leia antes de participar:
Todos os livros sorteados exclusivamente no “Domingo do desapego” foram enviados a mim como cortesia pela Editora Novo Conceito. Esses exemplares não foram solicitados para resenha, e como o volume enviado mensalmente é grande, não tenho como dar conta de tudo e, por isso, resolvi sortear para os leitores do Fluffy. Conversei com a editora antes de qualquer coisa, e esses sorteios foram aprovados por eles. Como os exemplares eram meus, eles estão assinados com o meu nome e data na primeira página, pois tenho o hábito de fazer isso nos meus livros. Fora isso, o estado de conservação deles é novo. Novos sorteios vão ao ar todo domingo e têm duração de uma semana. O resultado pode ser conferido em cada respectivo post. Expliquei mais detalhes no primeiro post da coluna, e você pode conferir aqui.


Primeiro amor

Primeiro amor
James Patterson
Editora Novo Conceito, 2014
240 páginas

Axi Moore é uma garota certinha, estudiosa, bem comportada e boa filha. Mas o que ela mais quer é fugir de tudo isso e deixar para trás as lembranças tristes de um lar despedaçado. A única pessoa em quem ela pode confiar é seu melhor amigo, Robinson. Ele é também o grande amor de sua vida, só que ainda não sabe disso. Quando Axi convida Robinson para fazer uma viagem pelo país, está quebrando as regras pela primeira vez. Uma jornada que parecia prometer apenas diversão e cumplicidade aos poucos transforma a vida dos dois jovens para sempre. De aventureiros, eles se tornam fugitivos. De amigos, se tornam namorados. Cada um deles, em silêncio, sabe que sua primeira viagem pode ser também a última, e Axi precisa aceitar que de certas coisas, como do destino, não há como fugir. Comovente e baseado na própria vida do autor, este livro mostra que, por mais puro e inocente que seja, o primeiro amor pode mudar o resto de nossas vidas.

Veja o livro no site da editora | Adicione no Skoob

Para participar, basta fazer login pelo Facebook (ou com seu nome e e-mail) no formulário abaixo e seguir as regras (clicando no botão verde e fazendo o que a regra pede). Nesse sorteio há duas regras obrigatórias e duas opcionais: fazendo as obrigatórias, abrem as demais, mas você não é obrigado a fazer todas, só as que quiser. Se você tiver alguma dúvida, acesse o tutorial. [wink]

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Follow Friday #76

follow friday

Oi, pessoal! Como foi a semana de vocês? Espero que tenha sido ótima!

A minha semana foi um tanto cheia. Ultimamente estou engajada em um novo projeto pessoal, que vocês saberão daqui a alguns meses, e isso tem ocupado bastante do meu tempo (e vai ocupar mais ainda daqui a um tempo). Aliás, é por esse motivo que li sete livros no mês de junho, menos do que eu tinha planejado. Mas tudo bem, porque é por um bom motivo.

E falando em coisas boas, tenho uma super novidade pra vocês! Eu não sei se todos viram, mas postei uma foto de look no Facebook e no Instagram na terça-feira, pedindo se vocês gostariam de ver posts sobre moda aqui no blog. Fiquei TÃO feliz com a animação das respostas que já quero começar essa nova categoria na semana que vem! [smile] A ideia, já adiantando, é montar looks simples e fofos para o dia a dia. Não vou postar a última moda ou peças de grifes famosas, por exemplo. Vou mostrar um pouco do meu estilo confortável, simples e acessível. Eu espero de verdade que vocês gostem! [heart]

Agora vamos ver o que teve no blog essa semana?

  • Na segunda-feira postei a resenha de um livro pequenininho e muito fofo, chamado Uma chance para recomeçar;
  • Na quarta, dia 01, eu estava de aniversário! Normalmente não divulgo a data dessa forma, mas esse ano eu me inspirei e falei um pouquinho sobre algumas coisas;
  • E na quinta-feira teve a resenha do segundo livro de Babi A. Sette, chamado A Promessa da Rosa.
  • Pronto! Recados dados, agora podemos divulgar! Adicione o link do seu blog ou o melhor post da semana para que mais pessoas possam conhecer. Não esqueça de visitar outros blogs que estiverem aqui e lhe chamarem a atenção também! O espaço é todo de vocês e ficará disponível até o último minuto desse domingo, então aproveitem! [happy]


    Babi A. Sette – A promessa da rosa
    A promessa da rosa

    A promessa da rosa
    Babi A. Sette
    Editora Novo Século, 2015
    432 páginas

    Saraiva

    Século XIX: status, vestidos pomposos, carruagens, bailes… Kathelyn Stanwell, a irresistível filha de um conde, seria a debutante perfeita, exceto pelo fato de que ela detesta a nobreza; é corajosa, idealista e geniosa. Nutre o sonho de ser livre para escolher o próprio destino, dentre eles inclui o de não casar-se cedo. No entanto, em um baile de máscaras, um homem intrigante entra em cena… Arthur Harold é bonito, rico e obstinado. Supondo, por sua aparência, que ele não pertence ao seu mundo, a impulsiva Kathelyn o convida a entrar no jardim – passeio proibido para jovens damas. Nunca mais se veriam, ela estava segura disso. Entretanto, ele é o nono duque de Belmont, alguém bem diferente do homem que idealizava, só que, de um instante a outro, o que parecia a aventura de uma noite, se transforma em uma paixão sem limites. Porém, a traição causada pela inveja e uma sucessão de mal-entendidos dão origem ao ciúme e muitas reviravoltas.

    Kathelyn será desafiada, não mais pelas regras sociais ou pelo direito de trilhar o próprio caminho, e sim, pela a única coisa capaz de vencer até mesmo a sua força de vontade e enorme teimosia: o seu coração.

    O primeiro contato que tive com a escrita de Babi A. Sette foi em seu primeiro livro, intitulado Entre o amor e o silêncio. O foco dessa resenha não é falar sobre ele, mas devo acrescentar aqui que amei a história e me apaixonei pela escrita da autora. Então, quando ela entrou em contato comigo para saber se eu queria ler seu novo romance, A Promessa da Rosa, não tive dúvidas da resposta. O que ambos têm em comum? Uma capa linda e irresistível, isso é óbvio, e personagens incríveis. De resto, o que encontrei foi uma história bem diferente, que me levou lá para a Inglaterra do século XIX. Igualmente apaixonante, como não poderia deixar de ser.

    Kathelyn Stanwell é aquela personagem que todos os leitores amam: destemida, muito avessa às regras de etiqueta da época, que tinha suas próprias vontades e desejos e não deixava de falar o que lhe vinha à cabeça. Ah, e ela também metia os pés pelas mãos, às vezes, o que lhe causou grandes e horríveis confusões. Mas vamos voltar ao foco. Katelyn é filha de um conde, e naquela época as moças não tinham a opção de escolher seus maridos. Kathe não. Ela queria casar por amor.

    Arthur, o nono duque de Belmont, não conseguia tirar a moça dos pensamentos desde que a vira no baile. Ela era a mulher mais linda que ele já havia conhecido e, mesmo assim, não sabia o seu nome. As características que ficaram em sua mente tinham a ver com um tipo de personalidade forte e um pouco de rebeldia. Definitivamente, aquela não era uma dama comum.

    Em pouco tempo, os personagens estavam noivos. Havia uma forte atração entre eles – seria amor? – e Kathe estava radiante, pois enfim não seria tratada como uma mercadoria; se casaria por amor. Porém, esse casamento não chegou a ser oficializado. Um terrível e grande mal entendido, aliado a desconfianças, mentidas e inveja fez com que o pior acontecesse. Anos depois, quando eles já tentavam esquecer um ao outro por motivos e mágoas diferentes, seguindo suas vidas, o destino resolveu uni-los de novo. Será que agora eles teriam a chance de ser felizes? Antes de qualquer coisa, havia muitas mágoas, tristeza, abandono e traição queimando em seus corações.

    A promessa da rosa
    O livro chegou com essa capa de tecido, que se assemelha a um espartilho, o que tem tudo a ver com a história. Achei um capricho e um carinho sem igual por parte da autora.

    A promessa da rosa
    Livro, marcador de tecido com pingente e bóton escrito “Eu leio Babi A. Sette”

    A Promessa da Rosa é um livro que parece quase uma novela, no bom sentido; você começa a ler uma história e, quando percebe, ela se desencadeia tanto que parece que você está no terceiro volume ou algo assim. A história é grandiosa e ocupa um espaço grande de tempo, e dá mesmo essa sensação boa de que você viu a vida toda dos personagens – e é claro que depois ainda sente falta deles. É impossível não amar Kathe e seus modos impulsivos, um pouco infantis e engraçados. Ela é ingênua, não entende muita coisa do mundo ainda – até porque viu pouco dele – e se vê tendo que encarar coisas que ela nunca pensou precisar. O leitor se apega facilmente a ela, mesmo com seus pequenos defeitos de personalidade, que todos temos.

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    Feliz aniversário pra mim!

    Hoje eu completo 25 anos. Eita, tô ficando velha! No dia 01 de julho, o dia que marca a metade dos 365 dias do ano é quando eu comemoro mais um ano de vida. Eu sempre adorei essa data, não por ser meu aniversário – até porque sou tão tímida que fico vermelha só de alguém me desejar felicidades. Além disso, sempre tenho que dizer duas vezes a data (junho ou julho?), e eu acho isso tão cômico! Posso me dar ao luxo de ter dois aniversários, um em cada mês? Haha!

    Chegando perto dessa data, eu me peguei pensando. Em tudo o que fiz nesse tempo, em tudo o que deixei de fazer, em tudo o que ainda quero fazer, e na pessoa que eu sou. Eu certamente não agarrei todas as possibilidades que a vida me ofereceu, não aceitei todas as portas abertas e provavelmente não aproveitei todos os dias como eles mereciam. Com certeza, reclamei demais, me queixei de coisas sem importância e depois me arrependi. Afinal, do que eu tenho que reclamar, se sou feliz? Não é só feliz quem consegue sorrir o tempo todo, mas também quem tem a quem amar, um trabalho para se manter e algo (ou muito!) a agradecer. Eu tenho tudo isso, e sou grata todos os dias, mesmo que não o faça verbalmente.

    Nesses 25 anos, eu não sei se sou quem eu esperava ser, aos meus olhos de mais jovem. Afinal, aos 20 eu não sabia exatamente o que esperava da vida; aos 25… bem, tente me perguntar no ano que vem. [ugh] Eu me sinto em busca de algo, na realização de um desejo que ainda não chegou. Eu sinto que ainda não sou quem eu devo ser. Como já diz O Teatro Mágico, “o meu paraíso é onde estou” e “eu não sei na verdade quem eu sou”. Não há nada de errado nisso, afinal estou ainda me descobrindo naquilo que amo.

    Em 25 anos, continuo tentando me amar do meu jeito, com todos os meus defeitos. Essa aprendizagem é algo contínuo, nunca deve cessar. E, ao longo desta caminhada, tenho aprendido, dia após dia, a valorizar as pessoas certas, a não reclamar diante dos obstáculos (isso é difícil, eu sei!), a ter calma, perseverança e discernimento nas situações rotineiras. Um passinho de cada vez, e um dia eu chego lá! É preciso paciência. Ah sim! Tá aí mais uma coisa que eu preciso praticar! [smile]

    Quero que, a partir desse 01 de julho, eu possa me ver com outros olhos, perceber que eu posso ser diferente e que, mesmo com 25 anos, ainda ter a liberdade de ser um pouco criança às vezes. Porque temos que agradecer por esse lado infantil dentro de nós, que nunca deve se apagar. As brincadeiras, a ingenuidade, as risadas… Essas são dádivas que devemos levar para sempre. Por fim, espero que esses 25 tragam surpresas, realizações e muito crescimento. E que seja o melhor ano dos últimos 25 anos!

    De qualquer forma,
    feliz aniversário pra mim!

    Lisa Kleypas – Uma chance para recomeçar
    Uma chance para recomeçar

    Uma chance para recomeçar
    Lisa Keyplas
    Editora Novo Conceito, 2015
    176 páginas

    Livraria Cultura

    Victoria morreu em um trágico acidente, deixando sua filha Holly sob a responsabilidade do seu irmão, o solteiro convicto Mark. O tio Mark não se sentia muito preparado para cuidar da menina, mas assumiu o compromisso de devolver o sorriso aos seus lábios. No entanto, ele descon fia de que não esteja fazendo um bom trabalho, uma vez que Holly nunca mais falou desde que ficou órfã. Uma cartinha para o Papai Noel revela um desejo que pode ser a chave da felicidade de Holly: ela só quer ter uma mãe.

    Maggie perdeu o marido em uma batalha contra o câncer e não quer jamais – passar por tudo isso de novo. Por isso, ela fechou seu coração e prometeu a si mesma dedicar-se somente a sua nova loja de brinquedos em Friday Harbor, que permite às crianças viajar um pouco nas asas da imaginação. A amizade entre Maggie e Holly (que até passou a acreditar em fadas!) ao mesmo tempo comove e preocupa o tio Mark. Ele tem certeza de que a nova amiga fará bem a sua sobrinha, mas precisa decidir se a deixará entrar em sua própria vida. Nós também torcemos, do fundo do coração, para que Holly tenha uma linda noite de Natal.

    Existem livros que nos emocionam de verdade, daqueles que já sabemos que vai emocionar; mas existem também aqueles que nos pegam de surpresa e, quando a gente percebe, ele nos fisgou de forma mansa e quietinha. Uma chance para recomeçar é um desses livros. Eu não acreditava que a história fosse me marcar tanto e me fazer ficar horas grudada nas páginas como fiquei, e foi uma agradável surpresa ver que, em pouco mais de 170 páginas, eu fui levada para um romance tão puro, tão real e muito sincero.

    Lisa Kleypas ambientou seu romance em uma pequena ilha chamada Friday Harbor, perto da cidade de Washington, nos Estados Unidos. O início da história nos marca pela morte da mãe da pequena Holly, de apenas seis anos, que é deixada aos cuidados do seu tio Mark Nolan. A princípio, Mark sentiu medo, pois achava que não conseguiria cuidar da pequena menina como ela merecia, mas o tempo provou que seu amor por ela fazia milagres. Além disso, ele tinha seu irmão, Sam, que cedeu a casa, mais espaçosa do que a dele, para que eles pudessem morar. Porém, a pequena Holly não falava desde o acidente e morte da mãe. Ela não se comunicava com ninguém, não por opção, é claro. Provavelmente ela estava traumatizada e, de tão triste, calou-se para o mundo.

    Porém, quando Mark foi à loja de brinquedos da ilha com Holly, a dona da loja, Maggie, criou um vínculo forte com a menina. Através de palavras doces e uso da imaginação infantil, eles ouviram Holly pronunciar algumas pequenas palavras. Após seis meses, era a primeira vez que a menina falava.

    Às vezes, as coisas que parecem mais comuns têm mágica… você só precisa olhar com bastante atenção. Página 34.

    Daquele dia em diante, Mark e Maggie passaram a se ver cada vez mais; algumas vezes por feliz coincidência, outras vezes de propósito. Porém, Maggie era viúva e, como tal, ainda sofria pela perda do marido. Ela não queria ninguém em sua vida; por outro lado, Mark tinha uma namorada em Seattle, e estava satisfeito com seu namoro, pois faria bem para Holly ter a figura de uma mulher em sua vida. O que eles não sabiam, é que o destino tinha outros planos.

    Uma chance para recomeçar

    Fica muito claro o que vai acontecer a partir de então, certo? Foi por causa disso que eu não esperava ser arrebatada com um romance tão belo e puro como este. Na verdade, eu não estava tão empolgada com a leitura até ler dois comentários, em algum lugar na internet, que diziam mais ou menos isso: “o romance mais fofo do ano” e “um tipo de Nicholas Sparks escrito por uma mulher”. É só juntar fofo + titio Sparks que eu fico doida pra ler. E eu não me arrependi nem um pouco.

    Logo no início, a gente percebe que é impossível não se apaixonar por todos os personagens desta história. Até mesmo o personagem de quem a gente não gosta não é uma pessoa má. A namorada de Mark, por exemplo. De cara, eu não a queria ali no enredo, pois ela ia complicar a história de Mark e Maggie. Porém, ela não é uma vilã, é uma pessoa boa. Todos os personagens deste livro são incríveis, e isso não é chato. É cativante e encantador.

    É verdade que, em 174 páginas, não vemos muita evolução da história, e tudo se passa muito rapidamente. Porém, desta forma a autora não se prolongou em cenas em que não era necessário, e deu a devida atenção aos momentos especiais da trama. Além de ser um romance super fofo, ele ainda é muito rápido de ler, pois a escrita da autora é fácil e fluida, e também arranca várias risadas do leitor – no meu caso, até gargalhei em algumas partes.

    Se você está procurando um romance gostoso de ler em um final de semana, Uma chance para recomeçar é perfeito. Clichê sim, mas muito, muito lindo. E como uma história de milagre de Natal deve ser.

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