Follow Friday #44

Oi, gente! Dá pra acreditar que já é sexta-feira de novo? Essa semana passou voando, mais uma vez. Desde o último Follow Friday, teve quatro posts por aqui, de assuntos bem diferentes: uma blogagem coletiva do Rotaroots, um Diário de Viagem, um download e uma campanha especial (também do Rotaroots). Vou deixar os links abaixo, caso você tenha perdido algum deles:

  • Blogagem coletiva: Analisando o meu blog
  • Diário de Viagem: Carmel, California
  • Download: Calendário de organização para novembro!
  • Campanha especial: Abraçando Patinhas
  • Perceberam como tenho postado menos resenhas ultimamente? Estou gostando de escrever mais assuntos variados, e nos últimos dias acabei publicando pouquíssima coisa sobre livros, como eu normalmente fazia. Inclusive, na quarta-feira foi o Dia Nacional do Livro e não tive nenhum tempo pra programar algo especial. [cry]

    Sempre quis levar o blog para essa categoria mais pessoal, e me parece que agora consegui fazer isso. Vou continuar postando as resenhas, só pra deixar claro, tá? Mas queria saber: o que você está achando de posts mais variados por aqui?

    Mudando de assunto: VAMOS DIVULGAR? Insira o link do seu blog ou do seu melhor post da semana aqui abaixo para que mais pessoas conheçam você. E não se esqueça de visitar os links que já estiverem por aqui, é claro. [heart]


    Campanha especial: Abraçando Patinhas

    Antes tarde do que nunca, venho hoje abordar o grande assunto do mês de outubro do Rotaroots: a adoção consciente e a guarda responsável de cães, gatos e outros animaizinhos que precisam da nossa solidariedade.

    Esta blogagem coletiva faz parte do projeto Abraçando Patinhas, uma iniciativa do Rotaroots em parceria com a marca de ração Max – da fabricante Total Alimentos. Esta iniciativa reverterá na doação de 1 tonelada de ração para a ABEAC, ONG responsável pelo bem estar de cerca de 1100 cães. Saiba mais sobre o projeto no site do Abraçando Patinhas ou participando do grupo do Rotaroots no Facebook.

    Amo todas as formas de vida, em especial aquelas que não têm como se defender dos maus tratos humanos – que vivem dependendo do cuidado, do carinho e da proteção que, infelizmente, muitas vezes não recebem. Tenho um dó enorme dos bichinhos que vivem nas ruas, abandonados, magrinhos e famintos por qualquer pedaço de comida. Eles não têm maldade no coração e só querem um dono carinhoso para amar.

    Quando a minha irmã disse que queria um cachorro, nós não tínhamos noção dessas coisas; não pensávamos nisso pois nossos pais não gostavam de ter animais em casa, mas mediante grande insistência, acabamos comprando a Laica em uma petshop. Hoje entendemos que a adoção é um ato de amor que deve ser incentivado acima da compra, que, por sua vez, incentiva um mercado de ganho de dinheiro às custas de pequenos seres vivos. Mas qualquer tipo de adoção de cachorros e gatos – seja comprado ou “encontrado” – é lindo e deve ser incentivado.


    Recém chegada lá em casa, a Laica era uma bolinha de pelos.

    Enfim, queríamos uma poodle pequenininha pra manter dentro de casa, que não fizesse muita bagunça – ah, como estávamos prestes a enlouquecer! A Laica era uma coisinha fofuxa cheia de pelos, que nem sabia caminhar direito e, quando o fazia, escorregava e caía no chão (ainda bem que, sendo tão pequenininha, o tombo não era grande!). Meus pais, a princípio, não davam muita bola pra ela, mas com o tempo percebi que eles estavam se apegando. Minha mãe não demorou a pega-la no colo, fazer carinho e amar aquela bolinha; meu pai relutou um pouco, pra não parecer coração mole, mas quando ninguém via, ele brincava com ela e mostrava o seu lado carinhoso.


    Poder destruir a bolinha era uma alegria sem tamanho pra ela. Sobre a bagunça? É só arrumar!

    Hoje em dia, somos uma família que ama e defende os animais e sabe a diferença que eles fazem nas nossas vidas. Depois da Laica, tivemos a Mel, que chegou grávida na nossa construção, mas que, infelizmente, depois de ter os filhotes, foi atropelada. Dos filhotes, ficamos com o Urso, um cachorrão que faz jus ao nome. Depois, adotamos o Tobi, que “morava” na árvore em frente da casa do meu namorado, mas alguns anos depois ele saiu de casa e voltou envenenado, já sendo tarde demais (até hoje meu coração dói por ele). Alguns meses atrás, adotamos uma pequenina chamada Lola, que, por sua vez, adotou a minha mãe. Hoje, temos a Laica em casa, e a Lola e o Urso na fábrica.


    O Urso não parava quieto pra bater uma foto, e a Lola é tão medrosa que se a gente a soltasse, ela se enfiava dentro da casinha de novo.


    E vocês acham que a Laica passa frio no inverno?

    O amor que esses bichinhos nos transmite é sem igual. Eles nos dão muito sem esperar nada em troca, mas é nossa obrigação dar-lhes uma vida digna enquanto estiverem conosco. Afinal, eles são seres que respiram, sentem, amam e necessitam do cuidado que nós também precisamos. Há quem pense que eles não sentem nada e às vezes adotam um animal para uma temporada, até que se cansam e abandonam. O animal abandonado passa fome, frio, falta de carinho e muitas vezes é deixado à mercê de perigos como acidentes em rodovias. É um cenário muito triste. Pergunte-se: eu gostaria de ser deixado sozinho, ao lado de uma rodovia, sem ter para onde ir? Sem comida, sem moradia, sem ninguém? O animal se sente exatamente como você.

    Eu gostaria muito que o nosso mundo soubesse valorizar os animais como eles devem ser valorizados; gostaria muito que as pessoas pensassem antes de agredir, abandonar ou mesmo matar um ser vivo. Ele fez alguma coisa errada? Fez xixi onde não devia? A Laica também fazia isso nos primeiros meses (e até nos primeiros anos), mas com o tempo ela aprendeu que isso não é certo. E eu não precisei bater, gritar nem machucar. Só falamos com ela, e lhe oferecemos carinhos e recompensas quando estava correta. Uma coisa é certa: se você for bom com um animal, ele saberá retribuir com uma vida plena de felicidade pra você.

    Este post é uma blogagem coletiva especial do Rotaroots, em parceria com a Max – Total Alimentos, que conta com um programa de responsabilidade social chamado Max em Ação. Através do site, é possível fazer sua doação com valores a partir de R$6 (equivalente a 1kg). A cada doação feita para a ONG de sua preferência, a Max acrescenta mais 50% em cima. Ou seja: se você doa 10kg, a Max acrescenta mais 5kg e a ONG recebe, somente na sua doação, 15kg de ração.

    Nós já temos garantido 1 tonelada de ração, mas que tal nos ajudar a aumentar este montante? Clique aqui para doar para a campanha e ajudar os nossos amiguinhos de quatro patas que tanto necessitam de nós para manter suas barriguinhas cheias. Se não puder ajudar, eu entendo, mas então compartilhe esse post pra ele alcançar pessoas que podem colaborar!


    Nham! Obrigada, amigos!

    Download: Calendário de organização para novembro!

    Vocês acreditam que já estamos praticamente em novembro? Final de ano, Natal e festas já estão quase aí. Não sei vocês, mas os finais de ano são sempre turbulentos por aqui, cheios de coisas pra organizar e resolver. Por isso, às vezes precisamos de uma mãozinha pra nos ajudar, ou um calendário!

    Está disponível pra vocês o calendário de organização para o mês de novembro. Para utiliza-lo, é só clicar na imagem abaixo, salvar o PDF em seu computador e imprimir. Para quem é craque em PDF, dá pra usar no computador também, só adicionando caixas de texto nos quadrados das datas. Para isso, é preciso um programa como, por exemplo, o Adobe Acrobat Pro.

    Um ótimo mês de novembro a todos! [heart]

    Diário de Viagem: Carmel, California

    O Diário de Viagem é uma série de posts que fala sobre a minha viagem aos Estados Unidos, em agosto de 2014. Passei 17 dias entre San Francisco, Los Angeles, Las Vegas e várias cidades próximas. Os posts consistem em dicas do que vi, do que gostei, do que achei que vale muito a pena e também do que não consegui conhecer por falta de tempo, mas que todos recomendam.

    O meu relato não é muito vasto, pois passei, no máximo, três dias em cada uma das cidades maiores, e apenas de passagem pelas “menores”, como Santa Monica, Venice e Monterey. Então, o meu objetivo não é oferecer um guia completo sobre essas regiões, pois conheci pouco sobre cada uma delas, mas sim contar como foi a minha experiência, e se, um dia você for visitar esses mesmos lugares, possa levar algumas dicas daqui.

    Para visitar todos os posts do Diário de Viagem, é só acessar a página especial clicando aqui.


    Domingo, 10/08/2014

    A ideia era passar mais tempo em Carmel, mas, devido ao susto da noite anterior (não viu? Leia nesse post!), acabamos dando uma passada rápida. Carmel fica perto de Monterey, a cerca de 20 minutos, então pegamos a estrada logo cedo. Na verdade, na noite anterior, na busca desesperada por hotéis, acabamos indo até a cidade, mas estávamos tão cansados que não vimos muito. Mas deu pra ter uma ideia de como Carmel é de noite, e não é nada menos do que encantadora. De dia, nos encantamos com as ruas, com as lojas e até com as casas (ainda nesse ponto da viagem nos impressionávamos com as casas sem cercas). Sabe as casas de filmes com cestas de basquete e bandeiras dos Estados Unidos do lado de fora? Carmel é bem assim.

    A praia é igualmente espetacular, é claro. Como estávamos de carro e com o tempo corrido naquele dia, só saímos para uma foto rápida, mas já valeu a pena. Estava tudo tão calmo naquela hora da manhã que a minha vontade era ter um livro e poder me deitar na areia pra ler.

    Blogagem coletiva: Analisando o meu blog

    Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resolveram se reunir para se conhecer, postar sobre assuntos interessantes e trazer de volta o maravilhoso mundo blogueiro de antigamente. Para saber mais, é só acessar o site.

    O começo de tudo

    Quando eu paro pra pensar sobre o meu blog, tudo se torna meio óbvio demais. Não é desde sempre que eu adoro esse universo “blogosférico”? Comecei a me interessar por blogs e programação de layouts básicos (saudades, blogger.com!) desde os meus 12 ou 13 anos, quando vi a palavra em alguma revista adolescente. Curiosa de natureza, acessei um dos sites que o artigo indicava, e comecei a fuçar instantaneamente. Mas se eu colocar esse código aqui, o que acontece? BUM! Entre erros e acertos (mais erros do que acertos), aprendi tudo o que sei hoje, e ganhei um bônus: entrei com tudo nesse mundo de blogs e me apaixonei por ele.

    Durante os meses e anos que vieram, não consegui manter um blog por muito tempo; além do fato de eu ser muito nova, o termo “blog” ainda não era popularizado e eu não tinha muito sobre o que escrever, realmente. Portanto, entre uma criação e uma exclusão e com conhecimento de HTML e CSS básico, comecei a me interessar pelo WordPress. Tive dois blogs em WordPress antes do Fluffy, e ainda não sei se deveria mencionar os nomes aqui, mas lá vai: o primeiro era o Rock Deluxe e o segundo era o Urbantopia. Tenho sentimentos únicos pra cada um deles, e não sei muito bem defini-los, mas eles me identificaram por um tempo da minha vida. Mas o objetivo aqui é falar do Fluffy.

    O nascimento do Fluffy

    O Fluffy nasceu em um período em que eu queria uma ocupação extra nos meus dias, como um hobby, e sentia saudades de programar e criar layouts. Então, em um certo dia, resolvi que queria um novo blog, e o primeiro passo era escolher um bom nome do qual eu não enjoaria. Sempre gostei de nomes curtos, de uma palavra, de fácil memorização e, a princípio, em português. Pesquisei várias palavras que me definiam e, apelando para o segundo idioma, cheguei em variações de cute, lovely e assim vai. Descobri a palavra fluffy naquele dia e, assim que ouvi a voz do Google falando-a, decidi que seria ela! Mesmo não sendo em português, é uma palavra relativamente fácil e curta. Bingo!

    Fluffy é uma definição para algo fofo, peludinho, cuti-cuti. Agora imaginem coelhinhos. Qual é a primeira coisa que a Gabi fala? “Aaaai, que fofo!”. Não pegou o espírito da coisa? Digitem “fluffy” no google e vejam as imagens; não tem nada mais a minha cara do que isso. Já houve uma época em que pensei em mudar, pois a palavra confunde algumas pessoas com as letras repetidas, e outras falam flúffy, ao invés de flãffy. Hoje não ligo para essas coisas; sinto que essa palavrinha virou quase minha marca registrada, e não penso em mudar.

    Eu sempre fui uma pessoa muito ligada ao visual, devido à minha formação (quando criei o blog, ainda estava na faculdade, mas hoje sou formada em Design Gráfico), então eu sempre criava meus layouts cuidando até nos mínimos detalhes, o que acabava enchendo ele de coisas. Eu adorava minhas versões anteriores, e acho que muitos leitores também, mas com o tempo senti a necessidade de algo mais limpo, que dê mais destaque ao conteúdo ao invés do visual. O próximo passo é o flat design! ♥︎

    Acho que, de tanta dedicação que deposito nesse espaço virtual, ele já é praticamente uma parte de mim. Eu adoro compartilhar coisas legais, postar quase todos os dias (quando consigo) e acompanhar a repercussão dos posts. Fico muito feliz nos dias em que eu posto resenhas, playlists, inspirações, dicas, Follow Friday e muito mais, e recebo comentários, demonstrando que há leitores prestando atenção ao que é escrito. Se fosse só esse o meu motivo de criar o blog, eu já seria bem realizada.

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