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Editora Record

Sorteio vapt-vupt: Meu Livro de Perguntas

Publicado em 09.03.17

Olá, pessoal! Estão a fim de mais um sorteio? :D Desta vez, o livro escolhido é o Meu Livro de Perguntas, que você pode conhecer melhor no post da resenha. Se estiver interessado em concorrer a essa belezinha, não perde tempo: este sorteio é vapt-vupt, quando viu, já foi. É só até sábado, dia 11/03, às 23:59, e no domingo já sai o resultado. Viu, assim nem dá tempo de bater aquela ansiedade! ;P

 

Como concorrer?

Pra concorrer a este livro, você só precisa fazer uma única coisa: curtir a fanpage do Fluffy no Facebook. Se você já curte, ótimo! É só preencher o formulário abaixo com o endereço do seu perfil da rede social (coloque a URL para que eu possa encontrar caso precise, ok?). Se você ainda não curte a fanpage ( xO ) é só clicar no botão aqui embaixo, e depois preencher o formulário da mesma forma. Fala sério, facilitei a sua vida, né? 8)

Mas caso nenhum botão apareça pra você, não entre em pânico, você pode ir até a página e curtir por lá, clicando aqui. Ei! Depois não esquece de voltar aqui pra preencher seu nome, tá bom? ;)

 

Formulário de participação

E a vencedora foi…
Bianca Pacheco!

Já entrarei em contato com a vencedora, e o prazo para resposta é de 3 dias.

Como a vencedora não respondeu ao contato dentro do prazo, está sendo sorteada outra pessoa. E a nova ganhadora é:
Idelmária dos Santos Ferreira!

Novamente entrarei em contato com a vencedora, e o mesmo prazo de 3 dias fica valendo.

Obrigada a todos que participaram!


Informações importantes:

  • 1. Prêmio: Um exemplar do livro “Meu livro de perguntas”. O prêmio não poderá ser trocado, transferido para outra pessoa e/ou convertido em dinheiro.
  • 2. Participantes: Promoção válida para quem mora ou tem um endereço de entrega em território brasileiro. É válida apenas uma participação por pessoa.
  • 3. Datas: O sorteio inicia em 09/03/2017 e termina em 11/03/2017, às 23:59. O resultado será divulgado neste post no dia seguinte.
  • 4. Sorteio: Este sorteio será realizado através do formulário do Google Docs, e a escolha do vencedor se dará por sorteio aleatório no site Random.Org, entre todas as pessoas que estiverem inscritas. Todas as regras de participação serão conferidas antes do resultado ser validado.
  • 5. Contato ao vencedor: O vencedor será comunicado por e-mail (o mesmo informado no formulário de participação), e deverá responder o contato em até 3 dias. Caso não haja resposta dentro do prazo, o vencedor será desclassificado, e será sorteada outra pessoa em seu lugar.
  • 6. Divulgação do vencedor: Ao participar dessa promoção, todos os participantes automaticamente autorizam ter seu nome divulgado, em caso de vitória, tanto no blog quanto nas redes sociais a ele vinculadas.
  • 7. Envio do prêmio: O prêmio será enviado em até 7 dias e o prazo de entrega será estabelecido pelos Correios, a partir do código rastreio, fornecido ao ganhadore. O blog não se responsabiliza por qualquer extravio por parte dos Correios, e caso o prêmio retorne por erro de endereço ou destinatário ausente, o vencedor fica responsável por pagar um novo envio.
  • Boa sorte a todos!

    Assuntos:
    Gabi Orlandin
    Post escrito por: Gabi Orlandin

    Paula Pimenta – Princesa Adormecida

    Publicado em 19.01.17
    Resenha do livro Princesa Adormecida

    Princesa Adormecida
    Paula Pimenta
    Editora Galera Record, 2014

    Era uma vez uma princesa… Você já deve ter ouvido essa introdução algumas vezes, nas histórias que amava quando criança. Mas essa princesa sou eu. Quer dizer, é assim que eu fiquei conhecida. Só que minha vida não é nada romântica como são os contos de fada. Muito pelo contrário. Reinos distantes? Linhagem real? Sequestro? Uma bruxa vingativa? Para mim isso tudo só existia nos livros. Meu cotidiano era normal. Tá, quase normal. Vivia com meus (superprotetores) tios, era boa aluna, tinha grandes amigas. Até que de uma hora pra outra, tudo mudou.

    Imagina acordar um dia e descobrir que o mundo que você achava que era real, nada mais é do que um sonho. E se todas as pessoas que você conheceu na vida simplesmente fossem uma invenção e, ao despertar, percebesse que não sabe onde mora, que nunca viu quem está do seu lado, e, especialmente, que não tem a menor ideia de onde foi parar o amor da sua vida. Se alguma vez passar por isso, saiba que você não é a única. Eu não conheço a sua história, mas a minha é mais ou menos assim…

    Já fazia um bom tempo que eu queria ler uma história da Paula Pimenta. A autora é a mente criativa por trás da série de sucesso Fazendo meu Filme, que eu ainda não tive a oportunidade de ler. Então, quando me deparei com Princesa Adormecida em uma dessas promoções na internet, resolvi comprar para conhecer a escrita dessa autora que já tem muitos fãs no Brasil. Admito que demorei pra pegar este livro pra ler, mas quando peguei, não consegui parar. Se eu fosse somar todas as horas que eu passei lendo este livro, acredito que não passaria de seis horas. Ele é curtinho, mas me cativou de forma que um livro não fazia há meses. Vamos conhecer um pouquinho?

    Resenha do livro Princesa Adormecida

    A história começa com as recordações de Anna Rosa, no presente. Quer dizer, este é o nome dela no Brasil, porque ela acabou de descobrir uma vida que não sabia que era dela, e muito mais: que ela é parente próxima de um príncipe de um pequeno principado Europeu. A narração em primeira pessoa conta, no momento presente, as recordações do último dia da personagem, e o leitor fica sabendo de tudo o que lhe aconteceu até o dia de hoje. Após todas as lembranças, quando a princesa já está a par de quem ela realmente é, a narração volta ao presente, para revelar novos acontecimentos que mudaram todo o rumo da trama.

    Assim como todo conto de fada, este também possui uma vilã em forma de “bruxa má”. Há uma maldição que corre desde o nascimento de Anna, que mudou todo o rumo de sua vida. Já fica claro desde o começo quem é a vilã e o que ela quer, mas Paula Pimenta deixa o leitor na dúvida em muitos momentos! Eu podia jurar de pé junto que a tal fulaninha estava metida em encrenca; depois, podia crer que outro personagem era do lado do mal. Mas aí vem a Paula e muda tudo – várias vezes! Certamente, isso foi o que mais gostei na história: a forma como ela mexe com os personagens e manipula as emoções do leitor, fazendo-nos amar e depois odiar o mesmo personagem.

    Resenha do livro Princesa Adormecida

    O que me deixou com um pé atrás, foi a história da bruxa um pouco forçada demais. Poxa, nenhum vilão pode guardar rancor por tanto tempo, sabe? Claro, em contos de fada eles podem. |D De qualquer forma, achei que a narração, ali, ficou um pouquinho faltante, e algumas partes poderiam ter sido melhor desenvolvidas, na minha opinião. Talvez eu pense isso justamente porque gostei tanto da história, que queria mais! E, de fato, é uma história para adolescentes, então não se poderia esperar algo melhor do que isso pra captar a atenção desse público alvo. :)

    Para uma primeira experiência com Paula Pimenta, posso dizer que foi uma escolha feliz. Certamente vou desejar ler outros livros da autora no futuro.

    Gabi Orlandin
    Post escrito por: Gabi Orlandin

    Paula Hawkins – A garota no trem

    Publicado em 23.12.16
    A garota no trem

    A garota no trem
    Paula Hawkins
    Editora Record, 2015
    378 páginas

    Submarino Saraiva

    Todas as manhãs Rachel pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. O arrastar trepidante pelos trilhos faz parte de sua rotina. O percurso, que ela conhece de cor, é um hipnotizante passeio de galpões, caixas d’água, pontes e aconchegantes casas. Em determinado trecho, o trem para no sinal vermelho. E é de lá que Rachel observa diariamente a casa de número 15. Obcecada com seus belos habitantes – a quem chama de Jess e Jason –, Rachel é capaz de descrever o que imagina ser a vida perfeita do jovem casal. Até testemunhar uma cena chocante, segundos antes de o trem dar um solavanco e seguir viagem. Poucos dias depois, ela descobre que Jess – na verdade Megan – está desaparecida. Sem conseguir se manter alheia à situação, ela vai à polícia e conta o que viu. E acaba, não só participando diretamente do desenrolar dos acontecimentos, mas também da vida de todos os envolvidos.

    Este era mais um daqueles livros que estavam aguardando na fila de leitura há alguns meses. Fiquei sabendo que lançou o filme, fiquei ouvindo muitos comentários positivos, mas ainda não tinha conseguido encaixá-lo na minha rotina maluca. Até que eu pensei: “eu preciso saber o que esse livro tem de tão bom!”. De cara, a citação da People, impressa na capa, me deixou empolgada: “Se você gostou de Garota Exemplar, vai devorar este thriller psicológico”. Eu li Garota Exemplar e amei completamente aquele livro. Só que este… consegue ser ainda melhor!

    A história é contada através das idas e vindas de trem. Rachel tinha uma vida maravilhosa, mas de uma hora para outra, tudo veio ao chão. Mandada embora de sua própria casa, ela agora vive bêbada, está morando em um quartinho minúsculo na casa de uma quase-amiga e não aceita o rumo que sua vida tomou. Todas as manhãs e todos os finais de dia, quando o trem para no sinal vermelho, Rachel pode ver duas casas da sua janela no vagão: em uma delas, a de número 15, mora um casal jovem, para os quais ela inventou uma história de vida. Já a próxima casa, a de número 23, ela conhece em mínimos detalhes; essa já foi a sua casa.

    Rachel vive uma vida de mentira, vive escondendo seus problemas e não consegue controlar seus impulsos pela bebida. Até que, pela janela do trem, ela vê uma cena que não deveria ter visto. Quando, em uma única noite, mil coisas aconteceram ao mesmo tempo, Rachel pode ser a chave para descobrir a verdade. Porém, sendo uma alcoólatra, ela não tem credibilidade nenhuma para as autoridades. Então, como alguém que está passando por uma péssima fase na vida, vai convencer as pessoas de que o que ela viu foi real? Rachel vai montar um gigante quebra-cabeças dessa história, pra entender tudo o que aconteceu.

    Preciso dizer, antes de qualquer coisa: a narrativa desse livro é fantástica! A história acontece dentro do trem, para Rachel, e no decorrer da trama conhecemos outros narradores, que dão as suas versões da história somente para manter o clima de suspense. Temos um fragmento de narração de dentro do trem das 08:04. Depois, somente no trem da volta, no fim do expediente. Então, o que aconteceu entre esses dois momentos? xO Sim, Rachel conta o que aconteceu. Mas aí que mora o segredo: não dá pra parar de ler, justamente pra saber o que aconteceu.

    E na verdade, eu senti muita pena da Rachel durante toda a história. Todo esse problema da bebida tem um motivo, e ele é triste. Me compadeci pela forma como a vida deu vários tapas na cara dela, e torci para que ela conseguisse dar a volta por cima. Por ser tão diferente de personagens “comuns”, e por ter tantos problemas reais, a gente acaba se identificando com ela, mesmo que não tenhamos os mesmos problemas. Os outros personagens foram igualmente sensacionais, em especial os moradores da casa de número 15, que são essenciais para a história.

    A Garota no Trem é um livro que você não consegue largar, principalmente da metade para o final. Eu fiquei acordada até as duas horas da manhã, porque não conseguia parar de ler. Um acontecimento leva ao outro, e cada um deles é um boom na história – é impossível largar. Ninguém é quem parece ser, e o leitor vai duvidar de todas as pessoas. E aí, é tudo de tirar o fôlego. E o final é daqueles que você precisa parar, pensar e então compreender, pois é muito complexo – e não por isso é ruim, muito pelo contrário! A autora criou uma trama incrível, cheia de pontas soltas que, no final, se fecham. Um thriller psicológico, pra ninguém colocar defeito. Se você gosta desse gênero de literatura, A Garota no Trem é um prato cheio.

    Gabi Orlandin
    Post escrito por: Gabi Orlandin

    Holly Denham – Os e-mails de Holly

    Publicado em 22.11.16
    Os e-mails de Holly

    Os e-mails de Holly
    Holly Denham
    Editora Record, 2011
    770 páginas

    Submarino

    Em seu primeiro dia como recepcionista em um banco de investimentos londrino, Holly Denham não dá conta de suas inúmeras tarefas, se depara com colegas de trabalho nada amigáveis e, para completar, encontra uma metida ex-amiga dos tempos de escola que se transformou em uma profissional bem-sucedida.

    Além de um início de carreira não muito promissor, ela ainda tem que lidar com uma confusa vida amorosa, amigos loucos e familiares que vivem querendo lhe dar conselhos. Para aliviar a tensão de uma rotina tão exigente ela recorre a sua Caixa de e-mail, uma fonte inesgotável de dramas e situações pra lá de engraçadas.

    Escrito em forma de e-mail, Os e-mails de Holly é uma leitura compulsiva, que provocará gargalhadas da primeira a última página.

    Escolhi este livro na Feira do Livro da minha cidade não pelo seu tamanho – isso iria me assustar, afinal, são mais de 700 páginas. O que me chamou a atenção foi a forma como essa história é contada: toda e completamente em formato de e-mails. Eu adoro livros que a gente lê rápido, e que, quando nos damos conta, já estamos terminando a centésima página. Então, foi por isso que o escolhi. Vamos conhecer um pouco a história dele?

    Os e-mails de Holly

    Holly Denham foi recém contratada por um banco de finanças multinacional. Só que ela não sabe nada de finanças; Holly é apenas a recepcionista, como dizem muitos colegas da empresa. Acontece que ser recepcionista envolve muito serviço e, cá entre nós, muitas fofocas. Entre as várias, posso me lembrar e citar algumas: uma colega da escola que a tira do sério, um romance apimentado com um dos funcionários de alto escalão, uma avó pra lá de engraçada que começou a usar o computador, um amigo gay que não tem papas na língua, uma amiga que não tem limites, uma irmã que tem uns bichos estranhos de estimação e um irmão que está começando um negócio duvidoso. Já dá pra ter uma ideia do resultado: gargalhadas na certa!

    Eu ri do começo ao fim! A troca de e-mails de Holly com todas essas e outras pessoas é muito engraçada, pois ela vive as mais diversas situações. Houve alguns trechos que, admito, não senti diferença nenhuma na história, mas serviram pra entreter o leitor e fazê-lo rir – que, ao meu ver, é a ideia geral do livro. No começo, pode até ser bem confuso por conta do tipo de leitura e da grande quantidade de personagens, mas depois a gente se acostuma, “conhece” melhor cada um deles e a leitura flui com mais velocidade. Para quem tiver interesse, no site hollysinbox.com é possível ler algumas trocas de e-mail da personagem, embora só em inglês.

    Os e-mails de Holly

    Os e-mails de Holly

    Mais uma coisa interessante dessa leitura fica por conta da autora: Holly Denham, além de personagem, é o pseudônimo da autora desse livro, que ninguém sabe quem é, mas é alguém que tem um conhecimento grande acerca do mundo das recepcionistas. A ideia é que os supostos e-mails da personagem tenham caído, de alguma forma, na internet, nesse site hollysinbox,com, e que fez tanto sucesso que foi publicado em livro. Achei a ideia bem legal, o que torna a história um tanto real pra quem lê.

    Se o livro pode ser um pouco cansativo? Sim, são mais de 700 páginas e às vezes a sensação é de que nunca vai terminar – embora eu tenha lido em 3 dias. Então, não dou cinco estrelas, porque às vezes a leitura se arrasta um pouco, mas com certeza todos os que amam chick-lit deveriam ler. É um livro engraçado, diferente e que parece falar diretamente com o leitor. Certamente você vai se sentir, realmente, bisbilhotando a caixa de e-mails da Holly, e isso é muito, mas muito divertido! xD

    Gabi Orlandin
    Post escrito por: Gabi Orlandin

    Meg Cabot – Liberte meu coração

    Publicado em 19.07.16
    Resenha do livro Liberte meu coração

    Liberte meu coração
    Meg Cabot
    Editora Galera Record, 2011
    404 páginas

    Submarino Saraiva

    Sua Alteza Real, a princesa Mia Thermopolis da Genovia, cujos diários se tornaram sucessos de venda, agora mostra ao mundo inteiro seu primeiro romance — cheio de perigo, desejo e um amor que vencerá todos os obstáculos… com a ajuda da incrivelmente talentosa Meg Cabot!

    Finnula é a caçula de seis irmãs e um irmão na Inglaterra do século XIII. Enquanto suas irmãs se contentam em fofocar sobre maridos, crianças e afazeres domésticos, Finnula é alvo de comentários maldosos de toda a vila por caçar nos terrenos do conde e por andar por aí em calças de couro justas! Mas de repente Finnula se vê envolvida numa complicação sem tamanho… Uma de suas irmãs acabou com o seu dote comprando vestidos e bugigangas, e a única forma em que as duas conseguem pensar para recuperar esse dinheiro é muito pouco usual… Sequestrar um lorde ou um cavaleiro rico que possa pagar um resgate! O que ela não esperava é que esse sequestro fosse criar mais problemas do que soluções: o cavaleiro recém-chegado das Cruzadas que é escolhido por Finnula vai acabar se mostrando alguém muito diferente do esperado, e a moça pode acabar tendo que abrir mão do resgate… e de seu coração.

    A autora de Liberte meu coração é a genial, talentosa e incrível Meg Cabot, que também escreveu a série de livros Diários da Princesa, composto por 9 volumes que, posteriormente, viraram um filme. Porém, Meg Cabot coloca a si mesma apenas como ajudante nessa história, e diz que quem escreveu este livro foi a própria Mia Thermopolis, princesa da Genovia. Não sabe do que eu estou falando? Explico: Mia é a protagonista de toda a série de livros escrita por Meg e, no decorrer da trama, um de seus sonhos sempre foi escrever um livro. Pois bem! Liberte meu coração é a história escrita por essa personagem! :)

    Resenha do livro Liberte meu coração

    Resenha do livro Liberte meu coração

    Vale começar a resenha esclarecendo que este livro não tem a ver com a série Diários da Princesa, além do fato de ter sido “escrito” pela personagem. A história é de época, e tem como protagonista Finnula Crais, irmã mais nova de uma família não muito bem vista para os costumes daquele tempo. Ela mesma não era uma mulher muito bem falada nas redondezas, afinal, qual é a moça que podia andar de calças? Além de não usar vestidos como era o costume, Finn também tinha o hábito de cavalgar e caçar, e diziam que tinha a melhor mira da região. Juntando isso ao fato de não se arrumar adequadamente e ter sempre seus cabelos vermelhos presos em tranças ou mesmo desarrumados, Finnula vivia metida em encrenca por caçar em locais proibidos e por, simplesmente, não ser uma “mulher normal”.

    Acredito que só essa introdução à personagem já desperta o interesse de muitos leitores, não é? Quem é que não gosta de personagens fortes, destemidas e que desafiam as normas? Admito até que Finn me lembrou um pouco a Valente, do filme da Disney, por ter cabelos cor de fogo e por gostar de arco e flecha.

    A história toda começa quando Finn sai em uma busca desesperada por um homem. Sim, um homem, mas não pra ela. Qualquer homem que fosse rico, para que pudesse sequestrar e pedir um resgate posterior. Ela fez uma promessa à irmã, que precisava desesperadamente de dinheiro, e não podia deixar de cumprir. Só que, o que começou sendo algo simples, tornou-se a maior encrenca na qual ela já se meteu. E a encrenca tinha nome, era alto, forte e muito irritante: Hugo Fitzstephen, o conde do solar onde sua família morava. Só que ela não sabia disso. Ainda.

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    Gabi Orlandin
    Post escrito por: Gabi Orlandin
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